Com a temporada de grandes eventos esportivos a todo vapor — dos Grand Prix de Fórmula 1 e circuitos de tênis até, é claro, a Copa do Mundo —, é natural que tudo o que orbita esse universo ganhe mais repercussão. É aí que entram as “WAGs”, termo em inglês para “Wives and Girlfriends” (esposas e namoradas) de atletas de alta performance.





Esse grupo acaba se tornando especialista nas modalidades, acompanhando e torcendo por seus parceiros na maioria das competições. Com o boom da criação de conteúdo para as redes sociais, muitas delas começaram a explorar esse nicho, mostrando os bastidores dos treinos, viagens e a vida pessoal fora dos campos e pistas, o que chamou a atenção dos fãs de esportes e de lifestyle.






Dar um rótulo a esse grupo pode parecer redutivo em um primeiro momento, e muitas dessas mulheres combatem o uso do termo “WAG” justamente por dividirem desse sentimento. Mas a verdade é que elas conquistaram uma comunidade fiel de admiradores. Afinal, dedicar a vida ao alto rendimento no esporte é complexo e envolve não apenas o atleta, mas todos ao seu redor.






Essas parceiras são aliadas essenciais no suporte diário, um apoio que influencia diretamente no bem-estar e no desempenho dos esportistas. O envolvimento das WAGs no esporte é tanto que rendeu até uma série para a Copa do Mundo, intitulada Convocadas, na qual as mulheres dos jogadores da seleção brasileira contam tudo sobre o preparo que antecede esse campeonato tão esperado.





É claro que os bastidores das competições chamam a atenção, mas o estilo de vida das WAGs não fica para trás no quesito curiosidade. Uma rotina marcada por viagens internacionais, eventos exclusivos, acesso a looks chiquérrimos e um círculo social agitado tem aquele gostinho de “vida dos sonhos” que o público das redes sociais ama acompanhar (e as ocasionais polêmicas, rs).






Mesmo sabendo que por trás das mídias, os atletas e suas companheiras são pessoas reais vivendo momentos imperfeitos por trás das câmeras. Essa curiosidade dos seguidores transformou a rotina delas em uma vitrine de alta visibilidade, e muitas WAGs aproveitaram a onda para profissionalizar suas redes, transformando a criação de conteúdo em profissão.






Enquanto algumas preferem a discrição, outras se dedicam ao universo das influenciadoras digitais, equilibrando o papel de parceira de um atleta com suas próprias carreiras e negócios individuais. Então, que tal aproveitarmos a abertura desses canais para conhecer as mulheres envolvidas no universo esportivo para além do papel de seus namorados ou maridos atletas?





Seja por afinidade pessoal com a moda ou como uma resposta natural aos cliques constantes da mídia, não podemos negar que o guarda-roupa das WAGs é um espetáculo à parte. Victoria Beckham, por exemplo, já era uma it-girl global antes de se casar com David Beckham, e arriscamos dizer que suas produções fashionistas eram tão esperadas nos estádios quanto os próprios gols da seleção inglesa.






Em um universo cercado por visibilidade e oportunidades como o do esporte de alto rendimento, as grifes de luxo dominam os estádios, arenas e paddocks. Seja pelo alto valor publicitário ou pelo puro desejo de expressão, os looks estilosos dessas mulheres criam um novo ponto de atenção e expectativa para os eventos, estreitando ainda mais o laço entre a moda e o esporte, uma conexão que o street style resgata de tempos em tempos.






A spice girl é considerada a primeira WAG pela mídia. Ela já era um ícone fashion antes mesmo dos estádios de futebol entrarem na rotina, mas entre o final dos anos 90 e início dos anos 2000, assistir aos jogos da Inglaterra virou um momento fashion com óculos maximalistas e uniformes personalizados.





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A carioca Isabella Rousso é estudante de medicina e rainha dos looks personalizados para assistir o namorado Gabriel Martinelli em campo.





